Estudo sobre fotografia experimental 25/08/25
Mariane Brand
Michael Wolf
Mariane foi uma multiartista, mas antes de se tornar a primeira e única mulher a se formar em design de metal na Bauhaus, foi pintora e escultora. Desde seu início na escola, já era vista como a mais talentosa naquele ambiente, o que a tornou em 1926 (aos seus 33 anos) diretora da Bauhaus. Ela foi um dos principais simbolos do pioneirismo da fotografia de autoretrato, hobbie que resgatou de sua adolescência já na velhice. Na foto escolhida a composição é bem marcante, com foco apenas em si num espaço totalmente vazio. O uso da lente olho de peixe fez com que parecesse que
Conhecido por seu foco na cultura das metrópoles e elementos arquitetônicos principalmente parisiences e de Hong Kong, Michael foi um fotógrafo nascido na alemanha, mas que cresceu na américa do norte. Ele iniciou carreira como fotojornalista e se mudou pra Honk Kong e passou 11 anos de sua vida fotografando para seu projeto de maior renome: Arquitetura e densidade. Essa composição faz com que tenhamos sentimentos de ansiedade mesmo que as cores e casas estejam dispostas organizada. A grande quantidade de informações faz com que os sentimentos sejam intensos.
Sven Vogel
Sven é um fotógrafo alemão que coleciona aprendizado de vários lugares da existência, não possui graduação e seu conhecimento tem origem em trabalhos como aprendiz e viagens pelo mundo. Seu primeiro grande trabalho conhecido como “aquarellandscape” é constituido apenas por elementos arquitetônicos abstratos. Essa composição, ao contrário da anterior pode tranmitir calma e sentimento de espaço limpo, por sua simetria e traços sóbrios o fotógrafo faz com que a gente sinta em paz ao olhar para tal obra minimalista.
Elsa Franke Thiemann
Elsa nasceu num pequeno vilarejo na Polônia e se formou na Bauhaus assim como Marianne, mas em Design gráfico e fotografia. Durante seu período na escola Elsa trabalhou em diversos papéis de parede que nunca foram vendidos como parte de alguma coleção principal da Bauhaus. A partir de 1931 ela trabalhou em um jornal e como fotografa freelancer. Ela é majoritariamente conhecida por seu trabalho como fotógrafa de rua na época da segunda guerra mundial. Essa obra sem dúvidas foi a mais espetácular, o uso da textura do vidro, o enquadramento da foto e sombras ao invés de formas fáceis de serem lidas faz com que a gente se sinta soitário, alheio ao mundo apesar de existir em sociedade.
Como no dia não pude estar presente à aula de AIA, escolhi essa outra foto também da Marianne para falar sobre:

Essa imagem me transmite acidez, uma luta entre as sombras e a lux, onde elas brigam e se espetam ao estarem juntas. O enquagramento gráfico faz com que a imagem seja vista de forma a se pensar na rispedez dos sentimentos que expressamos no dia a dia.
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