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Mostrando postagens de outubro, 2025

Inhotim - Visita técnica

 Dia 16/10 fomos à Inhotim. Agaleria escolhida pelo meu grupo foi a de Adriana Varejão.  Nessa locação, o espaço não se revela completamente de imediato, convidando à interpretação. Logo quando chegamos, falei que o conjunto do edifício com a natureza ao redor parecia uma utopia solar punk. Eu aprecio muito obras brutalistas, essa é a edificação que mais me chama a atenção em inhotim. O jeito que a estrutura se mescla com a natureza forma algo único e muito marcante para qualquer visitante que passa por lá. Os níveis da obra parecem ser completamente distintos uns dos outros à primeira vista, no primeiro piso possui uma obra com abundancia em vermelho, já no segundo andar vemos a predominância do sul e no ultimo piso a cor branca. Isso e a forma como a luz natural foi projetada para entrar no ambiente em conjunto com a luz artificial faz com que a gente sinta sensações diferentes em cada nível. Durante nossa visita, Lucas comentou que teve a sensação de as obras ficarem mais l...

3º capítulo - Tentativa de esgotamento

 No mesmo dia que vimos a técnica de deriva de Guy Debord, vimos o conceito de esgotamento do mesmo autor. Termo que surgiu como uma crítica em seu livro “sociedade do espetáculo”.  O objetivo da atividade era fazer algo parecido com o autor Georges Perec, que em seu livro “Tentativa de esgotamento de um local parisiense” escreveu durante três dias escreveu tudo que via na lraça de Silpice. Trabalhando em grupo, tive duas experiências derivas deriva e esgotamento. No primeiro dia (09/10) fui acompanhada de Cecília, Daniel Castelo, Isis, Lucas e Lavínia. Fiz alguns desenhos enquanto escrevia por ser um dia tranquilo.  No segundo dia (18/10) eu, Bruna e Cecília voltamos ao parque e estava bastante movimentado. Estava acontecendo a feirinha anual do MST.

2º capítulo - Deriva prolongada e registros

 Para a deriva prolongada decidi deixar o link do Miro, já que colocar todas as fotos arqui fariam o post ficar gigantesco. Como fizemos duas derivas, tivemos várias diretrizes, como seguir a cor vermelha, seguir lixeixas ou até pontos de água. https://miro.com/app/board/uXjVJ3tTYwo=/?share_link_id=881603184115 Com a primeira deriva prolongada feita no dia 09/10, tivemos os resultados:

1° capítulo do Parque Municipal - Mini deriva + dois desenhos

 Dia 09/10 iniciamos o projeto de estudar o parque municipal de BH (parque Américo Renné Giannetti) para fazer uma intervenção com um não objeto ao fim do período. O conceito de deriva de Guy Debord, onde exploramos o lugar sem rumo, com algumas regras que nos levam ao que ele chama de “real aleatoriedade”. Algumas fotos tiradas no dia com a diretriz de seguir gatinhos: Como o objetivo eram desenhos rápidos, eles não ficaram muito elaborados.

Desenhos praça da liberdade

 Na aula do dia 02/10 tivemos aula de campo e fomos até a praça da liberdade fazer mais desenhos de perspectiva e refletir sobre o primeiro capítulo do livro de Hertzberger. O primeiro desenho foi do edifício Nyemeyer. Após ele, fizemos mais dois desenhos com um e dois pontos de fuga. Como um plus também visitamos o escritório do professor Gabriel (Móbio arquitetura, e fizemos desenhos de alguns objetos do local.

Sketchup sensitivo

 Na aula do dia 29/09 fonos apresentados ao conceito de paisagem sonora, cujo o objetivo é transmitir uma atmosfera de certo lugar, juntando a sonoridade e aparência. O exercício solicitado pelos professores foi que criassemos uma atmosfera dentro do skechup e utilizassemos a ferramenta de criar cenas para gravar um pequeno vídeo.  Para fazer essa atividade criei aproximadamente 30 cenas com a duração de 5 segundos cada. As paisagens sonoras que escolhi foram 1/2 - Brian eno &  #12 - Aphex twin.

Fichamento do texto "Design: Obstáculo para a remoção de obstáculos?" de Vilém Flusser

 O texto nos fala em como os objetos, além de serem úteis às coisas cotidianas, acaba também nos fazendo dependete deles. Quanto mais o ser humano convive em sociedade numa cidade desenvolvida, mais os objetos tomam posse de suas escolhas e fazem parte do seu caminho. De certo modo você pode imaginar que os objetos farão seu percurso mais rápido e simples, mas o que ocore é o contrário, os objetos de uso interferem tanto no seu desenvolvimento quanto na falta dele, com isso, o auto nos demosntra que para desobistruirmos esses objetos do nosso caminho, acabamos criando novos objetos. Ao fim de toda essa jogada, os objetos de ação passam a ser formas de interação entre um se humano e outro, algo acima dos conceitos de estética e interação física. Flusser diz que ao criármos um projeto, tudo o que fazemos influenciará nossos sucessores, assim como o que os antigos que vieram antes de nós nos influencia diretamente, então se nossas ações e designs forem bons, nossos pósteros terão o me...

Não-objeto: Projeto individual

O projeto agora saiu do papel e cada integrante do grupo produziu seu não-objeto de acordo com as diretrizes citadas na postagem anterior. O projeto foi apresentado no dia 29/09/2025. Meu projeto foi pensado nas cores primárias, com possibilidade de interação com as mãos e com os olhos, é um projeto de manuzeio individual que pode ser utilizado como observador de cores ou como um brinquedo que faz barulho como é demonstrado no vídeo. A seguir, algumas fotos do processo:      Nessa última foto, temos uma foto do não-objeto de todos os integrantes do grupo:  

Não-objeto: Diretrizes

 Após lermos o texto de Ferreira Gullar o projeto do não objeto começou a se iniciar. Nos dividimos em grupos para definirmos as diretrizes relacionadas aos não-objetos a serem criados. No meu grupo estavam presentes eu, Bruna Paim, Daniel Castelo, Isis Loren, Lavínia Otoni e Lucas Lopes. Nosso projeto mãe foi o seguinte: As diretrizes definidas foram: Percepção visual, tátil e sonora Cores primárias (para dar destaque) Interação: manuseável Formas-base: esfera, haste, fitas/cordas. Alguns projetos filhos: Por fim, alguns rascunhos do meu projeto: