Dia 16/10 fomos à Inhotim. Agaleria escolhida pelo meu grupo foi a de Adriana Varejão.
Nessa locação, o espaço não se revela completamente de imediato, convidando à interpretação. Logo quando chegamos, falei que o conjunto do edifício com a natureza ao redor parecia uma utopia solar punk. Eu aprecio muito obras brutalistas, essa é a edificação que mais me chama a atenção em inhotim. O jeito que a estrutura se mescla com a natureza forma algo único e muito marcante para qualquer visitante que passa por lá.
Os níveis da obra parecem ser completamente distintos uns dos outros à primeira vista, no primeiro piso possui uma obra com abundancia em vermelho, já no segundo andar vemos a predominância do sul e no ultimo piso a cor branca. Isso e a forma como a luz natural foi projetada para entrar no ambiente em conjunto com a luz artificial faz com que a gente sinta sensações diferentes em cada nível.
Durante nossa visita, Lucas comentou que teve a sensação de as obras ficarem mais leves a cada andar, criando uma progressão interessante ao longo do percurso.
Com isso, notamos que o percurso expositivo é pensado como uma jornada: a primeira obra conduz o visitante adiante, e há uma clara delimitação entre as peças e o espaço, organizando a experiência de forma intencional.
A seguir alguns registros:








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