Depois de explorar muito o local, agora pensamos em como fazer um não objeto que se adapte ao lugar e que não se torne parte dele. O não objeto agora precisa fazer interagir com o corpo e o espaço. Está sendo um desafio interessante trabalhar no castelo, já que ele por si só já entretem as crianças do espaço. Nossa ideia é fazer um não-objeto que se no final se torne um trepante. Inicialmente queríamos seguir a ideia do primeiro não objeto, mas depois de alguns testes decidimos mudar o material utilizado.
A ideia é produzir algo semelhante ao mockup presente na imagem, mas com alguns elementos diferentes. O não-objeto final ainda está em fase de produção.
Minha ideia era fazer algo de observação, mas os professores lembraram que isso fugiria da ideia de não-objeto.
Após discussões com o grupo, decidimos ir para um caminho um pouco diferente, primeiro pensamos que nosso não objeto pudesse ser fabricado com canos de passar fiação, mas desistimos da ideia após alguns testes. Sua origem se deu de forma bem orgânica, fazendo testes, e buscando algo que fosse de fácil manuseio das crianças (nosso público alvo). Nosso primeiro modelo em tamanho real trazia a interação através de imãs e possuía papel celofane como foco. Ao levar o projeto para o castelo, percebemos que o não objeto desaparecia em meio à tantas cores já presentes no ambiente.
Após isso observamos que um dos nossos protótipos que foi fabricado a partir de um material que encontramos na EAD se destacava em meio aos outros. Com isso, começaram as pesquisas e por fim encontramos um material parecido (acetato espelhado) e refizemos nosso projeto. Também percebemos que a intração estava limitada com as formas sendo feitas em planos 2d, ao reformarmos as peças fizemos então um revestimento que tornava a peça 3d e de mais fácil encaixe nas superfícies do brinquedo.
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