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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Capítulo FINAL - Entrega do pavilhão Miragem

Como projeto final desse semestre, entregamos mais um zine. Hoje (11/12/25) tivemos a pior notícia do semestre, a melhor matéria se encerrou. Brincadeiras a parte, foi um semestre de muito aprendizado, boas vibrações e novas experiências. Nesse projeto o nosso foco foi criar uma revista contando a história de nosso pavilhão.  Ao fazer a diagramação utilizamos as cores vermelho, preto e branco, já que o entorno de nosso pavilhão já possuía muitas cores (o castelo), e sua predominante era uma delas. Fazendo assim com que a revista conversasse com todo nosso projeto. Apesar de pouco tempo para projetar, criar um zine e diagramar, chegamos à um resultado relativamente satisfatório. O nome miragem foi uma sugestão de Isis, e foi eleito por existir uma síntese entre a ilusão de ótica, formada como a de um caleidoscópio na parte externa da estrutura e a sensação de um devaneio materializado que nosso pavilhão representa no ambiente do parque. Obs: O estilo de zine utilizado foi um criado ...

Fichamento do livro "Lições de arquitetura (Parte A)" de Herman Hertzberg

A Parte A de Lições de Arquitetura apresenta o conceito de domínio público como fundamento da compreensão espacial proposta por Herman Hertzberger. Para ele, nenhuma relação humana que interessa à arquitetura existe isoladamente; todo indivíduo está sempre em relação com outros, e, por isso, as categorias de “público” e “privado” devem ser compreendidas como qualidades graduais e não como opostos rígidos. O público é o espaço acessível a todos, cuja manutenção é coletiva; o privado é o espaço de acesso restrito, sob responsabilidade individual. Entre esses extremos há uma ampla faixa de transições que formam a verdadeira matéria da arquitetura: zonas intermediárias onde o acesso, a supervisão e o sentimento de pertencimento variam de maneira contínua. Hertzberger explica que, mais do que leis, o que define a natureza territorial de um espaço é a convenção social, isto é, o modo como as pessoas o usam, o que esperam dele e como se comportam ali. Por isso, muitos espaços considerados púb...

11º Capítulo - Projeto Pavilhão temporário no paque (Não-objeto em escala arquitetônica)

 Agora com o grupo subdividido (trabalhando apenas com Bruna, Cecília e Isis), fomos ao local que trabalhamos o não-objeto e fizemos todo o levantamento da área lateral esquerda do castelo, pois imaginamos que seria a melhor área a projetar nosso pavilhão, já que o lado oposto é uma área onde já existem outros brinquedos e a circulação já está estabelecida.  Com o levantamento conseguimos a seguinte área: Quando fomos ao local tentamos utilizar o método de triangulação, mas por ser nosso primeiro levantamento acredito que o resultado não tenha sido tão satisfatório. Tanbém tiramos as medidas do castelo para poder fazer sua representação no SketchUp. Durante o processo fizemos alguns registros: Após isso começamos a ter ideias e passamos para o papel e juntamos algumas coisas e saiu nosso primeiro projeto que não foi muito bem recebido:  Era um projeto muito simples e sem desenvolvimento, foi camado de "caricato", e agora após concebermos o segundo projeto consigo observar...

10º Capítulo - Registros, entrega e interação do Não-Objeto (13 e 16/11)

Após os diversos processos citados no 9º capítulo, nosso não objeto ganhou vida e recebeu diversas interações, mas um pouco diferente do que esperávamos. Na quinta-feira (13/11) tivemos apenas a visita de nossos colegas de classe, o que nos deixou um pouco desesperançosos, já que a interação que estava acontecendo era bem pequena, mas no domingo (16/11) nosso não-objeto foi completamente explorado. O objetivo era que o não-objeto fosse manuseado de forma cautelosa, mas no fim as crianças corriam com ele por toda parte, numa espécie de brincadeira tal qual "rouba-bandeira", ele foi colado nas superfícies, mas principalemente arremessado e carregado por diversos cantos do brinquedo.  O vídeo da interação final a seguir: